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Carolina Canteli é bacharela e licenciada em Dança pela UNICAMP. Trabalhou para o Fomento à Dança (2014), Mapa da Dança da Cidade de São Paulo - Conectedance (2015) e Centro de Referência da Dança da Cidade de São Paulo (2015). Assiste à produção em projetos de dança, bem como em eventos de artes visuais e design, como SP-ARTE e Semana Criativa de Tiradentes. 

Colaborou enquanto intérprete-criadora para a Cia. Perversos Polimorfos desde 2015 até 2018, tendo desenvolvido os trabalhos ‘SHINE’ e ‘Cansei de Ser Sereia’, os quais foram contemplados pelos editais 19º e 23º Edital do Programa Municipal de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo e 21º Cultura Inglesa Festival. No atual ano, desenvolverá a preparação corporal no projeto ‘O HOMEM SEM UM NOME’, solo de Ricardo Gali - Cia Perversos Polimorfos contemplado pelo Edital PROAC N° 03/2019 – Produção e Temporada de Espetáculos Inéditos de Dança.  

Também atuou enquanto artista convidada para a iNSAiO Cia de Arte entre os anos de 2015 e 2019, na função de intérprete-criadora nas apresentações do ‘1º atelier de compartilhamento do projeto ABISSAL’, 18ª Edital do Programa Municipal de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo; ‘ABISSAL’, na X MOSTRA LUGAR NÔMADE DE DANÇA e LITORAL ENCENA - Caraguatatuba; ‘Novos Experimentos’ no projeto Interlocuções Poéticas - FUNARTE, SESC Santo Amaro E ABCDança; ‘ATO INFINITO’ pelo 24ª Edital do Programa de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo, MOSTRA DO FOMENTO À DANÇA, Dança se Move Ocupa - FUNARTE e Projeto iNSAiO 10 anos CONVIDA, contemplado pelo 26º Edital do Programa de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo.

Atua em performances que estão na interface entre dança e artes visuais, como em: ‘Ação para Corpos Ressonantes’, performance site specific com direção e coreografia de Juliana Moraes para obra da artista visual Ana Maria Tavares - octógono da Pinacoteca em 2017; ‘ACESSO DE SACADAS DE ACESSO DE SACADAS’ - site-specific de dança CCSP 2015 e ‘Eu Quero Ganhar Flores’ – Dança no MIS 2017, ambos dirigidos por Gabriel Tolgyesi; performer-ativadora da obra ‘TOTEM’, de Ludmila Porto na Abertura | Exposição 6ª Edição Prêmio EDP nas Artes, no Tomie Ohtake. Também colabora com a dupla Felipe TeixeIra e Mariana Molinos, participando de ‘Meltdown’ e da série de videoarte ‘Acervo de Gestos’, a ser desenvolvida.  

Participou de diversas residências artísticas, resultando em performances - estudos abertos apresentados ao público. Destacam-se ‘Residência NAU’ - Grupo CENA 11 (Brasil) + Laboratório puntoD e Makina de Turing (México), no SESC Vila Mariana, em 2017; ‘MADONNAS EM PRÁTICA’ de Clarissa Sacchelli + Aline Bonamin, Carolina Callegaro, Carla Cristina Garcia e Bruno Levorin (Brasil), no SESC Consolação , em 2019; ‘LAB Entre Cães e Lobos’, com Gustavo Ciríaco (Portugal), no SESC Avenida Paulista, em 2019; intercâmbio artístico ‘Como Não Saber Juntos: O que Fazer Daqui para Trás_in situ’, com João Fiadeiro (Portugal) - MIT sp, na Oficina Cultural Oswald de Andrade, em 2020.

No que diz respeito a sua pesquisa autoral, iniciou os seus estudos acerca do solo ‘8/80’ enquanto residente no CRDSP nos anos de 2015 e 2016, culminando na sua participação na 6ª Plataforma Exercícios Compartilhados, o que levou a compartilhar o solo na VI edição da Mostra Plataforma Exercícios Compartilhados - Festival Contemporâneo de Dança 2016 e posteriormente na programação Terça Aberta no Kasulo. Segue com a criação de ‘VACA’ desde 2017 até o atual ano, a ser estreado.

Foi contra-regra e realizou filmagem para ‘Durou Mais que Esperávamos’, de Everton Ferreira e Iolanda Sinatra e foi assistência de produção no projeto ‘Eu Só Queria Não Ter Uma Cabeça’, da mesma dupla (PROAC 1as Obras de Dança). Posteriormente, seguiu com a direção artística do Grupo MEIO, junto a Everton Ferreira e Iolanda Sinatra, realizando uma pesquisa acerca de modos de existir na/para cidade. Juntos criaram a intervenção urbana ‘180’, apresentado em contextos como Programação de MAIO do CRDSP, Circuito Vozes do Corpo e Festival do Instituto de Artes UNICAMP, todos em 2018, bem como realizaram a residência ‘Corpos-paisagens: corpos que atravessam os fluxos da cidade’, no Sesc Pinheiros, junto a apresentação da intervenção ‘180’, em 2019. Segue com estudos de arquitetura e urbanismo, dança em situ | site-specific e estudos das ciências sociais, para colaborar com a pesquisa do MEIO.